segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O mercado de trabalho no Agro é atraente? Quem dá mais?


Nos últimos dias, eu e meu irmão pensamos no que fazer para mantermos os profissionais de nossa fazenda no campo motivados? Será que temos um mercado de trabalho atraente? Parece-nos que sim.  Porém, está sendo uma tarefa difícil manter os profissionais no campo. Isso para não dizer impossível já que as cidades estão extremamente interessantes. Nelas temos shoppings, asfalto, bares, restaurantes, enfim, tudo que atrai as pessoas -  sejam oriundas das cidades, sejam oriundas do meio rural.

Pois bem, como dizemos no Rio Grande do Sul "não tá morto quem peleia". Assim, iniciamos uma análise de nossa situação. No quesito "mão-de-obra": identificamos desafios e oportunidades que podem ser parecidas a de outros amigos produtores como a tal falta de gente para o campo. Hoje, cerca de 84% da pessoas vivem nas cidades, ou seja, se fizermos a velha regra de três, teremos aproximadamente 25 milhões de pessoas no campo contra 175 milhões nas cidades. Há regiões onde este índice urbano pode chegar a 97%, como algumas regiões do Sul.

Diante dessa situação temos dois cenários: o primeiro que diz que o agro emprega 1/3 das pessoas e, de fato, é verdadeiro. Porém, nossa profissionalização está muito aquém do que deveríamos ter, principalmente quando falamos da agricultura familiar. Vejam como somos paternalistas: será que o agro não seria um só? Parece ser uma autocrítica e, na realidade, é! Precisamos dedicar mais esforços em educação e capacitação de nossos profissionais. Dividir para quê? Não está na hora de exercitarmos o cooperativismo? Todos ganham. Mercado aquecido, porém com pouca profissionalização. E o que isso gera?

O segundo cenário: a tal escassez de pessoas que querem ficar no campo. Esse é nosso maior desafio. E o que devemos fazer para mantê-los motivados no campo? Será que não está na hora de esquecermos que somos familiares (para aqueles que ainda pensam desta forma), e sim "empresas do agro"? Independente do meu tamanho, que produzimos para gerar lucros, que temos controle de nossas atividades e custos, que temos gestão do nosso negócio?

Não está na hora de inserirmos estes profissionais como se fossem participantes do nosso negócio, criar formas de ganhos por produtividade? Se a fazenda atingiu sua meta, eles também deverão ser beneficiados. Seria o exercício do ganha-ganha, oriundo  do marketing. 

Amigos, vale à pena exercitar aspectos que estão ligados ao ser humano: nos motivam a mudar nossos hábitos, como "eu" por "nós", "eu trabalho para" por "eu trabalho com". Nosso medo de mudança não pode ser maior que a nossa inovação. Por fim, nossos problemas devem ser transformados em desafios e oportunidades. Este é o conceito que pode, sem dúvida, diminuir os nossos medos e que, em um futuro próximo, possamos ter um apagão no campo por falta de gente, ou seja, gente com sangue na veia, gente com resiliência e comprometimento. Nunca esqueça, o melhor está por vir.    

Sobre a ANDEFedu 
A ANDEFedu é a área da ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal) destinada à educação, que se dedica a planejar, organizar, inovar, desenvolver novas formas de educar e levar a responsabilidade socioambiental e as boas práticas agrícolas aos campos brasileiros.

Sua missão é atingir, incentivar e ser referência ao empresário rural, a pesquisadores e à sociedade brasileira, por meio de métodos que formem multiplicadores da sustentabilidade, visando a uma agricultura forte e sustentável para o país. Para isso, a ANDEFedu produz há mais de 35 anos conhecimento técnico-científico e melhores recursos para adoção de boas práticas agrícolas na agricultura.

Por esse trabalho de cooperação e a constante busca por melhores técnicas, a ANDEF e suas associadas se encontram em lugar de destaque no meio rural e acadêmico. Seu pioneirismo, sua criatividade, seu ímpeto, possibilitam diversos e excelentes resultados ao empresário rural do Brasil: novas tecnologias, responsabilidade socioambiental, conhecimento, informação, produtos altamente eficazes e, acima de tudo, educação à família rural.

por Eng. Agr. José Annes Marinho, gerente de educação da ANDEF

via Tatiana Freitas | Alfapress

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Dow AgroSciences promove dia de campo no XIV Encontro Nacional de Produção e Abastecimento de Batata

A empresa apresentará seu portfólio para HF no estande dentro do congresso e em área de campo, na Fazenda da Glória

Entre os dias 17 e 20 de setembro, a Dow AgroSciences participa do XXV Congreso de la Asociación Latinoamericana de la Papa - ALAP 2012 e XIV Encontro Nacional de Produção e Abastecimento de Batata - ENB 2012, em Uberlândia (MG). 

O Congresso Latino-Americano terá como temas "Por que a batata é imprescindível à humanidade" e "A importância da cadeia da batata para centenas de países".Um Dia de Campo na Fazenda da Glória, em Uberlândia, será promovido pela empresa no dia 20 de setembro. Na ocasião, os visitantes poderão acompanhar demonstrações do portfólio para HF da Dow AgroSciences aplicados especificamente na cultura da batata e verificar o desempenho e aplicabilidade das novas tecnologias apresentadas pela empresa.

"A Dow AgroSciences atua nesse mercado há 30 anos e possui um portifólio completo de fungicidas, herbicidas e inseticidas para as culturas de hortifruti, com a tecnologia mais avançada do mercado", afirma Fábio Schiavon, desenvolvimento de mercado para HF da companhia.

"Este é o evento mais importante sobre a cultura da batata que é, atualmente, o terceiro alimento mais consumido no mundo. É uma grande oportunidade para estreitarmos o relacionamento com produtores, distribuidores, consultores e pesquisadores do setor, de toda a América latina", completou Fábio.

Sobre a Dow AgroSciences |  www.dowagro.com.br e www.dowagro.com.

via ML&A

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Colombianos conhecem processos e inovações da COOXUPÉ


Grupo estrangeiro esteve na cooperativa na ultima quinta-feira e acompanhou uma palestra sobre a produção de café no Sul de Minas, além de visitar as lavouras cafeeiras da região

Cerca de 30 produtores de café colombianos estiveram na COOXUPÉ, na quinta-feira, 6 de setembro, para conhecer as lavouras de café do Sul de Minas e observar as diferentes formas de manejo do grão tanto na lavoura quanto na comercialização do café brasileiro.

Durante a visita, o presidente da cooperativa, Carlos Paulino da Costa, fez uma apresentação geral da COOXUPÉ, e surpreendeu os visitantes com tamanha tecnologia empregada em todos os processos.

Produtores colombianos visitaram a cooperativa e elogiaram a hospitalidade com que foram recebidos

Segundo o produtor colombiano Santiago Correa, que visita o Brasil pela primeira vez, a receptividade dentro da cooperativa deixou todos impressionados. “Estou simplesmente encantado com tudo o que vi e com a forma com que a cooperativa compartilha o conhecimento”, conta.

Com a produção de café colombiano caindo fortemente nos últimos anos, por causa do clima desfavorável - o país produzia cerca de 11 milhões de sacas de café e, após o fenômeno climático La Niña, a colheita em 2011 caiu para 7,8 milhões – os visitantes estão em busca de soluções.

Segundo Marcos Dutra, coordenador da visita e Desenvolvimento Técnico de Mercado da Syngenta, o encontro foi bastante positivo. “Os produtores vão voltar para Colômbia com novas ideias e soluções. Isso não é uma receita exata, mas tenho certeza que todos estão pensando diferente, após conhecer os processos inovadores da COOXUPÉ”, revela.

Durante a visita, o grupo também assistiu uma palestra sobre os aspectos gerais da cafeicultura do Sul de Minas, ministrada pelo coordenador de Desenvolvimento Técnico da COOXUPÉ, Mário Ferraz.

Além de Guaxupé, os produtores conheceram lavouras de café na região de Alfenas, Varginha e Lavras, cidades localizadas no Sul de Minas Gerais.

via Phábrica de Ideias

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Dow AgroSciences participa do XXVIII Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas


Mark Peterson, Líder Global de Pesquisa de Herbicidas e Traits da empresa, apresentará o panorama de plantas daninhas nas Américas e as mais modernas técnicas de manejo

A empresa é patrocinadora master do Congresso e organizadora do jantar oficial de confraternização

Com o tema "A Ciência das Plantas Daninhas na Era da Biotecnologia", o evento tem por objetivo promover a troca de informações entre as instituições públicas e privadas para o desenvolvimento científico e tecnológico na área de plantas daninhas, tendo como principal ferramenta o uso da biotecnologia. 

A Dow AgroSciences conta com três palestras na programação do Congresso, com destaque para a que será ministrada por Mark Peterson, Líder Global de Pesquisa e Desenvolvimento para Traits de Tolerância a Herbicidas da companhia, que abordará o tema "Plantas daninhas resistentes nas Américas: situação atual e prática de manejo". Ildo Mengarda, Líder de Desenvolvimento e Capacitação Comercial para América Latina, e Fabiano Testa, Responsável por Desenvolvimento de Produto e Transferência de Tecnologia da Dow AgroSciences, ministrarão, respectivamente, as palestras sobre "Inovações em biotecnologia no manejo de plantas daninhas" e "Controle químico de plantas exóticas em áreas de conservação ambiental".

Em seu estande, a empresa apresentará seu portifólio de herbicidas e eventos biológicos para o público presente, além da linha de pesquisa e inovações científicas. "Investirmos constantemente em pesquisa, inovação e tecnologia, por isso consideramos fundamental a interação proporcionada pelo Congresso para que possamos acompanhar as necessidades e expectativas do mercado," explica Kent Davies, Líder de Pesquisa & Desenvolvimento para Crop Protection.

Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), plantas invasoras podem trazer perdas na produção global de alimentos de até U$95 bilhões, valor maior do que representam os danos causados por doenças e insetos. Os produtos da Dow AgroSciences para o controle de plantas daninhas melhoram a eficiência e a produtividade das lavouras, reduzindo a matocompetição na agricultura de produção e nas pastagens, permitindo produções maiores em áreas menores.

"Sendo referência nacional e internacional, este Congresso é uma grande oportunidade para expormos as atuais e futuras tecnologias para o controle de plantas daninhas e promovermos debates de alta qualidade sobre o tema," analisa Marcus Fiorini, Gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia.

Sobre a Dow AgroSciences
Para saber mais sobre a empresa, visite os sites www.dowagro.com.br e www.dowagro.com

via ML&A Comunicações

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Workshop de café reúne cadeia produtiva para avaliar os desafios do setor


Evento aconteceu na FAEMG, em Belo Horizonte, e reuniu especialistas de diversos segmentos do café. A COOXUPÉ esteve presente no debate

Pesquisadores, especialistas, autoridades, indústria e produtores de café, entre outros players do segmento, se reuniram na última terça-feira, 21 de agosto, na sede da FAEMG em Belo Horizonte, para uma reflexão sobre as perspectivas do mercado e da produção cafeeira mineira.

Responsável pelo recebimento de cerca de 5 milhões de sacas de café através de seus 12 mil cooperados, localizados no Sul de Minas Gerias, Cerrado Mineiro e Vale do Rio Pardo, a COOXUPÉ marcou presença no evento através do presidente da entidade, Carlos Alberto Paulino da Costa.

Com nove painéis e um debate entre todos os participantes, o Workshop levantou temas importantes para a cafeicultura do Estado, como a necessidade de investimento em geoprocessamento e em tecnologias para a cafeicultura de montanha – mais cara em relação à cultura do grão nas áreas planas, que possuem maquinário específico.

Outro ponto avaliado foi a necessidade de união de toda a cadeia produtiva para cobrar do governo políticas e ações fundamentais e comuns, como recursos para renovação de cafezais e parque industrial, agregação de valor, regulamentação do setor, redução de impostos e burocracia, combate à sobretaxação externa e investimentos em infraestrutura e logística. De acordo com o presidente das Comissões Técnicas de Café da FAEMG e CNA, Breno Mesquita, uma pauta comum é fundamental no atual momento. “Temos uma nova fonte de recursos, o Fecafé (Fundo Estadual do Café), que está em fase de regulamentação. Obviamente, as demandas apoiadas por toda a cadeia receberão mais atenção do governo”, comenta.

As discussões também mostraram que os investimentos em qualidade e produtividade, realizados na última década, abriram caminho para agregar valor ao produto nacional. Os dados apresentados pela diretora executiva da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA – sigla em inglês), Vanúsia Nogueira, comprovam que aplicação de recursos em certificação e marketing é um dos caminhos para aumentar a remuneração de produtores. No primeiro quadrimestre deste ano, 27% das exportações do setor foram de cafés diferenciados, o que representou 32% dos recursos obtidos em vendas externas.

via Phábrica de Ideias

sexta-feira, 27 de julho de 2012

COOXUPÉ participa de painel sobre oferta de alimentos durante Congresso da ABAG


Evento realizado no dia 6 de agosto terá como tema central "Brasil - Alimentos e Energias: Seguranças Globais"

Com o objetivo de debater a demanda crescente de alimentos e energia para um futuro próximo - até 2020, a oferta de alimentos no mundo terá de crescer 20% - a COOXUPÉ, maior cooperativa de produtores de café do mundo, participa no dia 6 de agosto do 11º Congresso Brasileiro do Agronegócio da ABAG, através do painel “Brasil como ofertante de alimentos. O que será essencial?”.

Representada pelo Superintendente de Mercado Externo da cooperativa, Joaquim Libânio Ferreira Leite, o quadro também contará com autoridades do setor como o Presidente da Monsanto, o Presidente da BM&F Bovespa e o Presidente do Conselho da TNC. “Esse evento trará uma perspectiva muito importante para o setor. Estamos com a ABAG desde sua fundação e temos discutido temas centrais, de importância para a agricultura do Brasil e do mundo”, avalia.

O evento será realizado no Sheraton São Paulo WTC Hotel e contará com uma série de palestras e painéis tratando de temas como: "Tendências Globais para Alimentos e Energias: o Papel do Brasil e Políticas Públicas Fundamentais". Além dos debates, o Congresso realizará homenagens. Na mesma data, serão entregues os prêmios "Ney Bittencourt de Araújo - Personalidade do Agronegócio" e "Norman Borlaug", reverenciando grandes personalidades do setor e suas contribuições ao agronegócio brasileiro.

Sobre a COOXUPÉ
Em 1932, iniciava a história da COOXUPÉ com a fundação da Cooperativa de Crédito Agrícola, transformada em 1957 em Cooperativa de Cafeicultores com atividades de recebimento, processamento e comercialização de café. As exportações tiveram início em 1978 (com o primeiro embarque direto de café).

Atualmente, a cooperativa possui 12 mil cooperados e 1900 colaboradores, e conta com 1 escritório de exportação em Santos e 24 Unidades de Negócio, que prestam assistência técnica, promovem eventos específicos se aproximando dos cooperados e também operam como centros de comercialização e negócios, atendendo as necessidades de cada produtor individualmente. Dos 12 mil cooperados, cerca de 97% são pequenos e médios produtores.

Phábrica de Ideias

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Madis lança ponto eletrônico em ônibus voltado para clientes de agronegócios


A partir de junho, as empresas do setor agrícola precisam se adequar à nova portaria de registro eletrônico de ponto, sendo que alguns impactos positivos já começam a aparecer, como redução de custos e menor número de fraudes.

Entrou em vigor no último dia 1 de junho a portaria 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego, que disciplina o Registro Eletrônico de Ponto (REP) e que passa a valer para todo o setor de agronegócios. 

A nova norma estabelece que as empresas utilizem aparelhos e softwares que atendam algumas exigências como: possuir uma entrada USB para fiscalização, não permitir que nenhum registro seja alterado, ter autonomia de 440 horas na ausência de energia elétrica e possuir a capacidade de emitir pelo menos quatro comprovantes de registros diários, de entrada e saída, incluindo o horário de almoço. 

Não houve mudanças para as empresas que utilizam controle manual ou mecânico.

Na prática essas mudanças visam diminuir a ocorrência de fraudes, tanto de empregados quanto de empregadores, no registro de horas-extras. Segundo levantamento do Ministério do Trabalho, cerca de R$20,3 bilhões referentes às horas-extras, não estariam sendo pagos aos trabalhadores anualmente. Com as exigências da nova portaria, o trabalhador e a empresa passam a ter mais controle sobre as horas trabalhadas.

Uma das grandes críticas à nova norma tem sido o custo da troca de aparelhos e aquisição de softwares que atendam a portaria, sobretudo, para micro e pequenas empresas. Entretanto, alguns números mostram que os empresários já identificam mais benefícios do que prejuízo. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas Fabricantes de Equipamentos de Registro Eletrônico de Ponto – ABREP mostra que 74% das empresas que já utilizam o REP estão satisfeitas, 70% se sentem mais seguras e 28% dos entrevistados já perceberam redução na quantidade de questionamentos sobre horas-extras.

O aparecimento de soluções inovadoras também contribui para uma adequação sem complicações financeiras para as companhias. A Madis, uma das principais fabricantes de controle de ponto e acesso do Brasil, desenvolveu uma linha de relógios eletrônicos de ponto que atendem grandes, médias e pequenas empresas. Para o setor agrícola, lançou um relógio de ponto com suporte para ser colocado em ônibus que transporta os trabalhadores para canaviais e lavouras.

Além de oferecer o software de tratamento de ponto adequado à portaria, a empresa também homologou o produto junto aos principais fabricantes de softwares, fazendo com que as empresas não precisem trocar todo o sistema, o que, consequentemente, diminui o custo na hora de se adequar ao novo padrão, além de não precisar alterar a forma de operação da companhia já acostumada ao seu software de gestão. Mudanças como essa sempre geram desconforto e discussões, porém sem dúvida trazem novos benefícios que, nesse caso, ajudarão funcionários e empresas.

Sobre a Madis
Fundada em 1923, a empresa foi a pioneira na fabricação de relógios de pontos industriais e comerciais da América Latina. A pequena oficina para consertos e fabricação de aparelhos de alta precisão, após quase 90 anos, transformou-se em uma fábrica que ocupa 6.000 m² de área, e hoje é um dos maiores fabricantes de soluções de ponto e controle de acesso do Brasil. Atualmente, possui laboratórios próprios de desenvolvimento de software e hardware. www.madis.com.br

Renan Pereira/ Thais Franco | Advice