segunda-feira, 25 de março de 2013

Conab leiloa 51 mil t de trigo no começo de abril


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza, no dia 4 do próximo mês, dois leilões para a venda de 51,7 mil toneladas de trigo em grãos oriundo dos estoques do governo. A medida atende a política governamental de suprimento do mercado interno que enfrenta problemas ocasionados pela entressafra, como a alta de preços.

O grão está disponível em armazéns localizados nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Podem participar do leilão, de acordo com os avisos 62 e 63, “apenas as indústrias moageiras, assim entendido as pessoas jurídicas que se dedicam à moagem do trigo em grãos, em instalações próprias ou de terceiros, que estejam em plena atividade e que a atividade de moagem de trigo esteja prevista em seu contrato social”.

Realizados pelo Sistema Eletrônico de Comercialização da Conab (SEC), os leilões começam sempre às 9h e os participantes devem estar cadastrados na Bolsa pela qual pretendam realizar a operação e em situação regular no Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab (SIRCOI). 

Raimundo Estevam/Conab

terça-feira, 19 de março de 2013

Conab faz primeiro leilão de compra de milho para atender municípios da Sudene

Case IH/arquivo

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá realizar, no próximo dia 27 de março, a operação de compra de 50 mil toneladas de milho em grão ensacado. 

Este é o primeiro dos seis leilões previstos na Portaria Interministerial n° 115, publicada no Diário Oficial no início deste mês, que prevê a compra de 300 mil toneladas de milho para reabastecimento dos estoques do Programa de Venda em Balcão. 

O produto será destinado aos pequenos criadores de aves, suínos, bovinos, caprinos e ovinos, sediados nos municípios da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que utilizam o grão na ração animal.

Uma novidade nesta operação é o fato de que os lotes comprados pela Companhia deverão ser entregues pelos fornecedores (produtores rurais, cooperativas e comerciantes) no local de atendimento do programa definido pela Conab, já ensacados. “Isso vai garantir uma agilidade maior na disponibilização do milho para os criadores, uma vez que no modelo antigo o produto tinha que ser transportado e ensacado nas nossas Unidades Operacionais”, explica Marcelo Melo, diretor de Operações e Abastecimento da estatal. 

De acordo com o edital, o  período da entrega do produto é de 8 de abril a 8 de maio de 2013. Já o preço do milho será estabelecido de acordo com os parâmetros de mercado.

Os estados que devem receber o milho são: Alagoas (Arapiraca, Maceió, Palmeira dos Índios e Santana do Ipanema), Bahia (Itaberaba, Juazeiro, Ribeira do Pombal, Seabra, Vitória da Conquista, Crateús, Icó, Maracanaú, Senador Pompeu, Sobral), Espírito Santo (Colatina), Maranhão (São Luís), Minas Gerais (Montes Claros), Paraíba (Campina Grande, João Pessoa, Monteiro), Pernambuco (Arco Verde, Recife), Piauí (Floriano, Parnaíba, Teresina), Rio Grande do Norte (Caicó, Jerônimo Câmara, Mossoró, Umarizal), Sergipe (Itabaina).

O atendimento do Programa de Vendas em Balcão segue em operação especial até o dia 31 de maio, de acordo com a Portaria nº 103, de 27/02/13, que estabelece a venda do milho a preço subsidiado na região da Sudene. 

Antônio Marcos da Costa, com Mônica Simões/ Conab

sexta-feira, 1 de março de 2013

Produtoras de café se destacam à frente das lavouras

Mulheres empreendedoras. Elas também fazem sucesso no agronegócio.

A cooperada Neusa na lavoura de café. Sua vitalidade é exemplo para muitas gerações | Divulgação

Representando aproximadamente 10% do quadro de cooperados da COOXUPÉ, maior cooperativa de café do mundo com mais de 11 mil produtores associados, as mulheres têm se destacado nas lavouras de café da região de atuação da cooperativa – Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Vale do Rio Pardo – dando exemplos de empreendedorismo, sustentabilidade e ampliação dos negócios. De acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário, 23% das famílias ligadas a alguma atividade no agronegócio são lideradas por mulheres.

Segundo o presidente da COOXUPÉ, Carlos Paulino da Costa, além de estarem à frente das lavouras, as mulheres são responsáveis pela tomada de diversas decisões no meio agro. “Somos essencialmente formados por pequenos produtores que vivem da agricultura familiar e, neste universo, as matriarcas são responsáveis pelas decisões mais importantes, que envolvem investimentos na lavoura, compra de maquinário, busca por certificações, proteção e inovações no campo”, analisa.

E exemplos não faltam na cooperativa neste sentido. Aos 80 anos, a cooperada Neusa Mendes de Andrade comanda uma área de 150 hectares de lavoura cafeeira em Ibiá/MG e é exemplo para as gerações mais novas. Após se aposentar como assistente social, em 1991, a produtora resolveu investir na produção do grão e não parou mais de expandir. “Todos os dias levanto às 6h e venho para a fazenda, onde fico o dia inteiro. Retorno para a minha casa em Ibiá somente para dormir”, conta a produtora. As boas práticas utilizadas na produção cafeeira renderam à cooperada a certificação da Fazenda Alto da Larga pela Rainforest e Certifica Minas/Emater, nos anos de 2011 e 2012.

Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Nova Resende/MG, município de 15 mil habitantes que tem o café como principal economia da cidade, a cooperada Elisandra Rosa Rodrigues, quando assumiu, foi a sétima mulher do Estado de Minas Gerais a presidir um sindicato rural. “É uma luta constante, mas conquistamos muitos espaços. No ano passado, realizamos 52 cursos do Senar dentro do Sindicato e nossos produtores estão cada vez mais atentos sobre a importância de produzir com qualidade”, conta. Dividida entre a propriedade, a presidência e a família, a produtora revela que é possível dar conta de tudo. “As mulheres são dedicadas, preocupadas em fazer bem feito e isso é importante para uma boa administração”, analisa.

Espaços exclusivos para mulher na FEMAGRI
A importância da atuação da mulher no agronegócio não tem passado despercebida pela COOXUPÉ. Durante a realização da FEMAGRI 2013, Feira de Máquinas e Implementos Agrícolas para a lavoura de café, que acontece entre os dias 13 e 15 de março em Guaxupé/MG, as mulheres terão um espaço exclusivo. “Nosso objetivo é trazer mais comodidade para as nossas cooperadas e esposas de cooperados. A feira marca a presença da família, por isso temos esta preocupação de construir espaços exclusivos para que o nosso público se identifique”, revela o presidente da cooperativa, Carlos Paulino da Costa.
Agende-se para a FEMAGRI 2013

FEMAGRI – Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas / COOXUPÉ
Data: 13 a 15 de março de 2013
Local: Av. Vereador Nelson Elias, 1300b - Bairro Japy - Guaxupé/MG
Mais informações: www.cooxupe.com.br/femagri

via Phábrica de Ideias

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Máquinas do PAC 2 chegam a mais seis municípios de Mato Grosso do Sul


Andrea Farias/MDA
Os agricultores familiares de mais seis municípios de Mato Grosso do Sul terão o escoamento de sua produção facilitado a partir desta segunda-feira (25), quando os respectivos prefeitos irão receber máquinas retroescavadeiras da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). 

A ação do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) será realizada em Amambai, localizada a 421 km de Campo Grande, capital do estado.

Os prefeitos de Paranhos, Antônio João, Aral Moreira, Coronel Sapucaia e Laguna Carapã, além de Amambai, receberão as máquinas, às 10h30, na Avenida Pedro Manvailer, esquina com Cassiano Marcelo. Mais de 32 mil pessoas serão beneficiadas diretamente com essa ação do MDA, entre elas 1,3 mil agricultores familiares.

O maquinário é destinado a construir e melhorar estradas vicinais, que fazem a ligação entre meio rural e área urbana, para facilitar o transporte da produção da agricultura familiar. O investimento nesses equipamentos é de R$ 976 mil.

Segundo o prefeito de Antônio João, Celso Lozano, o município não teria recursos disponíveis para adquirir uma retroescavadeira. Ele garante que ela será importante para o desenvolvimento da região. “Essa máquina é de uma necessidade primordial. Não temos uma máquina dessa natureza. Acredito que ela vai resolver muitos problemas que temos aqui no município.”

Os problemas nas estradas vicinais alertados por Celso, em sua maioria, foram causados pelas fortes chuvas dos últimos meses. Para ele, as estradas em melhor condição vão elevar a comercialização de produtos da agricultura familiar. “Estradas boas facilitam o transporte, aumentam o ganho do agricultor e melhoram o diálogo entre vendedor e comprador”, assegura Lozano.

Celso também conta que a máquina vai facilitar muito o acesso dos produtores aos grandes mercados, outro problema encontrado por agricultores familiares da região. “O nosso produto vai se tornar mais competitivo frente aos que vêm de outros mercados, outros municípios. E tem outro quesito melhor ainda. Vamos poder mandar os nossos produtos para municípios vizinhos”, finaliza.

“A gente espera que melhore bastante”
Adelino Siqueira Filho, o Beto, tem 40 anos e é agricultor familiar em Antônio João. Na Chácara Siqueira, que possui 4,5 hectares, Beto cultiva hortaliças como repolho, tomate e pimentão. Ele espera que a situação das estradas melhore para poder comercializar melhor os seus produtos. “Hoje, com essas estradas, não tem como o comprador chegar à lavoura. Por conta da chuva, as vias estão muito danificadas. A gente espera que melhore bastante e que isso ajude quem mora no campo”, explica.

Beto é casado e tem cinco filhos. A renda de R$ 1,6 mil obtida com a venda das hortaliças a mercados da região dá para sustentar a família e pagar as prestações da propriedade, conseguida por meio do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), gerido pelo MDA. Ele acredita que a máquina possa ser usada em outros serviços que o município precisa. “A gente está precisando de um açude para peixes. O prefeito disse que a máquina pode fazer. Então, a gente torce para que ela chegue logo”, comemora.

Esta é a terceira entrega no estado, somente em 2013. Na primeira, em Rio Verde de Mato Grosso, foram doadas 14 máquinas a municípios do estado. A outra ocorreu em Inocência e beneficiou oito municípios. Há ainda uma quarta entrega no estado, marcada para Ladário, no dia 04 de março.

Segundo o delegado do MDA no estado, João Batista dos Santos, o João Grandão, em 2013, as quatro entregas beneficiarão mais de 120 mil habitantes rurais e 8,8 mil agricultores familiares. “Essas máquinas são fundamentais. Quando você consegue artifícios para melhorar as estradas, você barateia custos com transporte e agrega valor aos produtos”, salienta.

Data: segunda-feira (25) 
Local: Av. Pedro Manvailer, esquina com Cassiano Marcelo, no município de Amambai. 
Horário: 10h30 
Municípios contemplados: Amambai, Antonio João, Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Paranhos e Laguna Carapã.

via Ascom MDA

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Cooperação entre FAO e Embrapa será ampliada


Ampliar a cooperação entre a Embrapa e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para maximizar a cooperação técnico-científica e assistência técnica com os países do Terceiro Mundo, em especial a África. Com esse objetivo, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, assina, na segunda-feira (25), na sede da FAO, em Roma, um acordo que além de expandir as iniciativas de Cooperação Sul-Sul, vai agilizar o intercâmbio entre as duas instituições e fortalecer o relacionamento com outras instituições sediadas na Europa.

"A Embrapa tem o maior conhecimento sobre agricultura tropical do mundo e todo esse conhecimento deve ser partilhado com os países que necessitam promover a segurança alimentar e o manejo sustentável de recursos naturais", enfatiza Lopes. Segundo ele, a Embrapa dispõe de conhecimento e competência para viabilizar a agricultura de alimentos, fibras e energia em solos tropicais do mundo inteiro. 

Para acelerar os resultados da ampliação do convênio, um pesquisador sênior e escolhido por meio de seleção pública ficará alocado em Roma. O trabalho dele será estabelecer uma ponte entre a pesquisa brasileira e as necessidades dos técnicos e pequenos produtores daqueles países. 

Ao mesmo tempo em que a Empresa leva sua contribuição aos países pobres, poderá utilizar a infraestrutura  que a FAO implantou em diferentes países, especialmente no continente africano, para desenvolver novas pesquisas.

via Rosângela Evangelista da Silva | Secom/Embrapa

Conab vai estabelecer preço mínimo para algodão colorido


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está levantando informações para estabelecer o custo de produção do algodão colorido e implantar a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) para a cultura. O objetivo é promover a estabilização da cadeia produtiva assegurando a garantia de compra aos produtores da fibra. A previsão dos técnicos da Conab é que a PGPM do algodão colorido seja inserida até o mês de abril.

Para realizar o cálculo do custo de produção do algodão colorido no estado da Paraíba, técnicos da Conab visitaram municípios produtores na última semana. Na ocasião, eles se reuniram com agricultores e representantes de cooperativas agrícolas, da Embrapa Algodão e da Emater, além de agentes financeiros.

Entre as informações solicitadas estão a disponibilidade de sementes, área plantada no passado, área, produção e produtividade nos últimos cinco anos. Após a finalização do estudo, será enviada uma proposta de preço mínimo para os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Fazenda.

Durante o encontro com os profissionais da Embrapa Algodão o gerente de Fibras e Produtos Especiais e Regionais da Conab, Djalma Fernandes, explicou que a política de preço mínimo deve contribuir para alavancar a cadeia produtiva do algodão colorido. “Com essa política o produtor terá um colchão, uma garantia mínima de preço e isso será muito bom, pois ele irá se sentir seguro para plantar, além de impulsionar a cadeia por meio dessa participação do governo”, analisou.

O gerente de Custos de Produção da Conab, Asdrúbal Jacobina, também acredita que a definição de um preço mínimo terá impacto positivo no mercado. “O agricultor já sabe que com o preço mínimo, mesmo que ele não consiga comercializar sua produção, poderá vender para o governo. Então, se o preço de mercado tiver abaixo do preço mínimo e anunciarmos que iremos atuar no mercado, o preço já sobe e aí a iniciativa privada aumenta seu preço. Muitas vezes, não é necessária a intervenção governamental, pois próprio o mercado se ajusta”, afirmou.

O representante da Associação da Indústria do Vestuário da Paraíba, Napoleão Nunes, espera que com a inserção do algodão colorido na PGPM não falte mais matéria-prima para a industrial têxtil. “Nós que estamos na ponta da cadeia sofremos muito com a falta do material. Dessa forma, esperamos que com o preço mínimo sendo estabelecido, o produtor volte a ser incentivado a produzir e consequentemente não faltará material na cadeia”, declarou.

Segundo dados apurados pela Conab a área plantada com algodão colorido na Paraíba já chegou a cerca de 1.800 hectares, em 2001, mas, nos cinco últimos anos essa área se estabilizou em torno de 400 hectares (com exceção da última safra que, em função da seca, foi de apenas 60 hectares).

por Edna Santos | Embrapa Algodão 
via Rosângela Evangelista da Silva | Secom Embrapa

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

FEMAGRI 2013 traz novidades para a mecanização da lavoura de café


Com mais de 80% dos espaços comercializados, Feira de insumos e maquinário agrícola da Cooxupé terá empresas importantes do setor que apresentarão novidades aos visitantes

Derriçador Manual para Café DCM-12 é uma das novidades para mecanização da lavoura - Divulgação

Organizada pela COOXUPÉ – cooperativa de produtores de café com sede em Guaxupé (MG), a 12ª edição da FEMAGRI (Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas) está com mais de 80% do espaço comercializado para empresas que irão trazer novidades aos cafeicultores sobre a mecanização da agricultura cafeeira. Com o tema “Manejo mecanizado, gerando resultados”, a feira acontece de 13 a 15 de março, em Guaxupé.

Com um aumento na estrutura de mais de 40% com relação à feira de 2012, a FEMAGRI terá neste ano 141 estandes. Neles, muitas novidades e soluções serão oferecidas aos cafeicultores como, por exemplo, o derriçador manual para café DCM-12 que está sendo relançado no mercado. O novo equipamento aumenta o rendimento na colheita, refletindo em maior produtividade e menor necessidade de manutenção. Com design diferenciado e com melhor abrangência das hastes na planta, tornando a derriça mais rápida e eficiente, o aparelho dispõe de lubrificação interna a cada dois anos, sem a necessidade de reposição diária de graxa.  

Outros destaques na FEMAGRI são o secador rotativo; o lavador mecânico para café – que além de lavar o grão, retira folhas, talos, terra e outras impurezas; conjunto para benefício de café – que numa estrutura compacta, incluindo catador de pedras, descascador, peneira oscilante e separador, oferece ao produtor a condição de preparo de um bom lote de café; e carretas basculantes. Além disso, ferramentas motorizadas portáteis que facilitam o dia a dia do produtor na lavoura estarão no portfólio de produtos expostos no evento.
  
A tecnologia para o processamento dos grãos também estará presente na FEMAGRI por meio de equipamentos que vão desde abanadores, silos, catadores de pedras, lavadores, mesa densimétrica até secadores, polidores, descascadores, entre outros. O produtor de café poderá conferir nos estandes das empresas soluções para a mecanização de armazenagem, beneficiamento e movimentação de granéis. Ainda na fase pós-colheita, a Feira contará com empresas que apresentarão linhas de produtos para: Fazenda, Armazém, Laboratório/Torrefação, Transportadores e Implementos.

De acordo com Carlos Paulino, presidente da COOXUPÉ, a presença de grandes empresas do setor na FEMAGRI “é uma ótima oportunidade para os cafeicultores conhecerem as novidades e as soluções para o manejo mecanizado na lavoura, sobretudo as possibilidades para os pequenos produtores investirem na automatização de suas culturas de café mesmo que a característica delas ainda seja a agricultura familiar”, aponta. Outra oportunidade aos cooperados da COOXUPÉ, destaca o presidente, é que “eles podem oferecer o seu próprio café como a moeda de troca, aproveitando o valor da saca no dia para fechar um negócio como a compra de um maquinário”, explica Carlos Paulino.  

A FEMAGRI terá uma área voltada para negócios, onde uma equipe de 40 vendedores e 12 agrônomos de filiais da COOXUPÉ estarão à disposição dos visitantes para responder as principais dúvidas e auxiliar nas transações comerciais.

Agenda:
Evento: FEMAGRI – Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas / COOXUPÉ
Data: 13 a 15 de março de 2013
Local: Av. Vereador Nelson Elias, 1300b - Bairro Japy - Guaxupé/MG
Mais informações: www.cooxupe.com.br

via Phábrica de Ideias