quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Sistema Faep promove dia de campo

A Integração Lavoura, Pecuária e Floresta no Paraná. "Dia de Campo" vai difundir o programa

O Sistema FAEP/SENAR-PR realiza neste mês uma intensa atividade voltada à difusão de estratégias sobre a Integração Lavoura, Pecuária e Floresta - ILPF, no Paraná.  O chamado "Dia de Campo" será realizado em outubro em oito municípios paranaenses das regiões produtoras do Estado, reunindo dirigentes sindicais e produtores rurais. 

Os eventos começam no próximo dia 17, em Palmeira, a 70 quilômetros de Curitiba.

Através de painéis teóricos e práticos serão demonstrados os benefícios do ILPF para as cadeias produtivas ( corte, leite , ovino e caprino), além de otimizar a produção de grãos, capazes de transformar os participantes em multiplicadores, que levarão aos produtores de todo o Estado do programa ILPF.

No período da manhã do "Dia de Campo"  serão apresentadas as linhas de ação do programa e os resultados nas unidades demonstrativas localizadas em propriedades rurais, cujos produtores já implantaram o programa.

Os participantes assistem dois painéis tratando de integração lavoura pecuária e floresta ( teórico e prático). Em seguida são formados grupos de interesse dos segmentos corte, leite, ovino e caprino para apresentação do Projeto de Empreendedor Rural voltado para o grupo de interesse desenvolvido pelo Senar-PR.

São parceiros do programa: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), Embrapa, Instituto Agronômico do Paraná (Iapar),Universidade Federal do Paraná (UFPR), Emater, Banco do Brasil, Núcleo de Inovação Tecnológica em Agropecuária (Nita), Unicentro e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Cronograma do dia de Campo
Horário | Atividades
8:30 | Inscrições
9-11h | Painéis sobre o  Programa ABC
11-13h |Formação dos Grupos de interesse( corte, leite, ovino e caprino)
13:30 | Almoço

Locais e datas dos eventos
Local | Data
Palmeira 17/out
Santo Antonio da Platina 18/out
Arapongas 19/out
Guarauava 24/out
Paranavaí 24/out
Umuarama 25/out
Pato Branco 25/out
Francisco Beltrão 26/out

via Imprensa | FAEP

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Tecnologia de ponta na cana-de-açúcar


Parceria entre APagri e DuPont leva tecnologia de ponta a produtores de cana-de-açúcar

Aplicação de herbicida em taxa variada permite controle eficaz de plantas daninhas, com racionalização de custos e aumento na qualidade da matéria-prima dos canaviais

APagri prevê atingir 40 mil hectares com a tecnologia este ano 

As empresas APagri Consultoria e DuPont Brasil Produtos Agrícolas firmaram parceria técnica para levar a produtores de cana-de-açúcar uma nova tecnologia de controle de plantas daninhas, chamada aplicação de herbicidas em taxa variada, ou HTV. A metodologia consiste na aplicação dos herbicidas FRONT, Velpar K  e Advance da DuPont, em doses definidas segundo condições de solo e infestação potencial de ervas invasoras na lavoura, previamente mapeadas por área.

Criada e patenteada pela APagri, a metodologia HTV  é considerada tecnicamente superior ao modelo tradicional, apoiado na aplicação de doses médias de herbicida por hectare. De acordo com a empresa, as usinas e produtores de cana que adotaram a nova tecnologia tiveram aumento de produtividade, redução de custos e registro de índices superiores em controle de plantas daninhas.

“Nem sempre quem usa mais herbicida tem uma colheita melhor”, explica Leonardo Menegatti, diretor da APAgri, “já o emprego desse produto na dose exata, de acordo com a necessidade diagnosticada em cada área da lavoura, traz ganhos incomparáveis na eficácia de controle de plantas daninhas, bem como na relação custo-benefício do produtor”, resume.

Segundo APAgri e DuPont, a implementação do HTV é simples e segue as etapas de definição de área para aplicação do herbicida, elaboração de estudos de solo e mapeamento de infestação por plantas daninhas. Esses dados, uma vez processados, orientarão o cálculo das doses especificadas para o produto FRONT em cada ponto da lavoura.

Menegatti revela que a metodologia HTV começou a ser desenvolvida em 2005, em conjunto com as usinas Jales Machado, de Goiás e as paulistas São Manoel - do município de mesmo nome - e São João, de Araras. Há cerca de dois anos, a DuPont uniu-se à APAgri na difusão e no aprimoramento da tecnologia. Para este ano, a expectativa da APAgri é chegar a 40 mil hectares de cana tratados por meio da HTV.

Outros benefícios da aplicação de herbicida a taxa variada, ainda de acordo com Menegatti, são a diminuição no índice de fitotoxicidade e a racionalização dos custos de produção da cana-de-açúcar.

O gerente de marketing da DuPont para cana-de-açúcar, Manoel Pedrosa, informa que o herbicida FRONT, um dos herbicidas aplicados com a tecnologia em cana-de-açúcar, chegou ao mercado brasileiro em 2011, após vários anos de estudos e pesquisas.

“Trata-se de um insumo de alta tecnologia, específico para a época seca da cana-de-açúcar (cana soca-seca)”, diz o executivo. Pedrosa acrescenta que FRONT controla com apenas uma aplicação às plantas daninhas de difícil manejo, como o complexo digitárias, capim-colonião e outras. Na safra passada, a primeira do produto, o herbicida recebeu aprovação de 96% dos usuários.

Sobre a APagri
Atuante no mercado desde 2002, a APagri é uma empresa de consultoria agronômica cuja missão é contribuir com o desenvolvimento da agricultura utilizando-se dos conceitos e ferramentas da agricultura de precisão focados no gerenciamento da fertilidade do solo. Seus consultores e engenheiros agrônomos estão distribuídos nos principais polos agrícolas do Brasil e desenvolvem, com conhecimento e experiência, um planejamento de curto, médio e longo prazo, com investimentos de vanguarda para garantir ao produtor rural segurança em termos de excelência nos serviços oferecidos. A APagri tem sede em Piracicaba,  São Paulo, e escritórios  de serviços  em Luis Eduardo Magalhães  (BA), Balsas (MA), Jataí e Rio Verde (GO), Maceió (AL) Ourinhos e Assis  (SP), Sorriso (MT) e Uberaba (MG).

Juntos, podemos alimentar o mundo
A cada sete pessoas no mundo, uma dorme com fome todas as noites. Por isso, garantir uma alimentação nutritiva e saudável para todos é um dos principais desafios do nosso tempo. A DuPont destina 60% dos seus investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento para que não falte alimento neste mundo em constante crescimento. Trabalhando ao lado de agricultores e produtores, ajudamos na redução de perdas desenvolvendo diversas embalagens que permitem o transporte de alimentos sem se deteriorar. Com este foco em levar mais alimentos saudáveis para mais pessoas, a DuPont contribui para o desenvolvimento e o crescimento econômico de diversos países no mundo.

Adriana Paesman Menegatti | APagri

HTV® FRONT®, Velpar K ® e Advance® marcas registradas

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O mercado de trabalho no Agro é atraente? Quem dá mais?


Nos últimos dias, eu e meu irmão pensamos no que fazer para mantermos os profissionais de nossa fazenda no campo motivados? Será que temos um mercado de trabalho atraente? Parece-nos que sim.  Porém, está sendo uma tarefa difícil manter os profissionais no campo. Isso para não dizer impossível já que as cidades estão extremamente interessantes. Nelas temos shoppings, asfalto, bares, restaurantes, enfim, tudo que atrai as pessoas -  sejam oriundas das cidades, sejam oriundas do meio rural.

Pois bem, como dizemos no Rio Grande do Sul "não tá morto quem peleia". Assim, iniciamos uma análise de nossa situação. No quesito "mão-de-obra": identificamos desafios e oportunidades que podem ser parecidas a de outros amigos produtores como a tal falta de gente para o campo. Hoje, cerca de 84% da pessoas vivem nas cidades, ou seja, se fizermos a velha regra de três, teremos aproximadamente 25 milhões de pessoas no campo contra 175 milhões nas cidades. Há regiões onde este índice urbano pode chegar a 97%, como algumas regiões do Sul.

Diante dessa situação temos dois cenários: o primeiro que diz que o agro emprega 1/3 das pessoas e, de fato, é verdadeiro. Porém, nossa profissionalização está muito aquém do que deveríamos ter, principalmente quando falamos da agricultura familiar. Vejam como somos paternalistas: será que o agro não seria um só? Parece ser uma autocrítica e, na realidade, é! Precisamos dedicar mais esforços em educação e capacitação de nossos profissionais. Dividir para quê? Não está na hora de exercitarmos o cooperativismo? Todos ganham. Mercado aquecido, porém com pouca profissionalização. E o que isso gera?

O segundo cenário: a tal escassez de pessoas que querem ficar no campo. Esse é nosso maior desafio. E o que devemos fazer para mantê-los motivados no campo? Será que não está na hora de esquecermos que somos familiares (para aqueles que ainda pensam desta forma), e sim "empresas do agro"? Independente do meu tamanho, que produzimos para gerar lucros, que temos controle de nossas atividades e custos, que temos gestão do nosso negócio?

Não está na hora de inserirmos estes profissionais como se fossem participantes do nosso negócio, criar formas de ganhos por produtividade? Se a fazenda atingiu sua meta, eles também deverão ser beneficiados. Seria o exercício do ganha-ganha, oriundo  do marketing. 

Amigos, vale à pena exercitar aspectos que estão ligados ao ser humano: nos motivam a mudar nossos hábitos, como "eu" por "nós", "eu trabalho para" por "eu trabalho com". Nosso medo de mudança não pode ser maior que a nossa inovação. Por fim, nossos problemas devem ser transformados em desafios e oportunidades. Este é o conceito que pode, sem dúvida, diminuir os nossos medos e que, em um futuro próximo, possamos ter um apagão no campo por falta de gente, ou seja, gente com sangue na veia, gente com resiliência e comprometimento. Nunca esqueça, o melhor está por vir.    

Sobre a ANDEFedu 
A ANDEFedu é a área da ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal) destinada à educação, que se dedica a planejar, organizar, inovar, desenvolver novas formas de educar e levar a responsabilidade socioambiental e as boas práticas agrícolas aos campos brasileiros.

Sua missão é atingir, incentivar e ser referência ao empresário rural, a pesquisadores e à sociedade brasileira, por meio de métodos que formem multiplicadores da sustentabilidade, visando a uma agricultura forte e sustentável para o país. Para isso, a ANDEFedu produz há mais de 35 anos conhecimento técnico-científico e melhores recursos para adoção de boas práticas agrícolas na agricultura.

Por esse trabalho de cooperação e a constante busca por melhores técnicas, a ANDEF e suas associadas se encontram em lugar de destaque no meio rural e acadêmico. Seu pioneirismo, sua criatividade, seu ímpeto, possibilitam diversos e excelentes resultados ao empresário rural do Brasil: novas tecnologias, responsabilidade socioambiental, conhecimento, informação, produtos altamente eficazes e, acima de tudo, educação à família rural.

por Eng. Agr. José Annes Marinho, gerente de educação da ANDEF

via Tatiana Freitas | Alfapress

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Dow AgroSciences promove dia de campo no XIV Encontro Nacional de Produção e Abastecimento de Batata

A empresa apresentará seu portfólio para HF no estande dentro do congresso e em área de campo, na Fazenda da Glória

Entre os dias 17 e 20 de setembro, a Dow AgroSciences participa do XXV Congreso de la Asociación Latinoamericana de la Papa - ALAP 2012 e XIV Encontro Nacional de Produção e Abastecimento de Batata - ENB 2012, em Uberlândia (MG). 

O Congresso Latino-Americano terá como temas "Por que a batata é imprescindível à humanidade" e "A importância da cadeia da batata para centenas de países".Um Dia de Campo na Fazenda da Glória, em Uberlândia, será promovido pela empresa no dia 20 de setembro. Na ocasião, os visitantes poderão acompanhar demonstrações do portfólio para HF da Dow AgroSciences aplicados especificamente na cultura da batata e verificar o desempenho e aplicabilidade das novas tecnologias apresentadas pela empresa.

"A Dow AgroSciences atua nesse mercado há 30 anos e possui um portifólio completo de fungicidas, herbicidas e inseticidas para as culturas de hortifruti, com a tecnologia mais avançada do mercado", afirma Fábio Schiavon, desenvolvimento de mercado para HF da companhia.

"Este é o evento mais importante sobre a cultura da batata que é, atualmente, o terceiro alimento mais consumido no mundo. É uma grande oportunidade para estreitarmos o relacionamento com produtores, distribuidores, consultores e pesquisadores do setor, de toda a América latina", completou Fábio.

Sobre a Dow AgroSciences |  www.dowagro.com.br e www.dowagro.com.

via ML&A

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Colombianos conhecem processos e inovações da COOXUPÉ


Grupo estrangeiro esteve na cooperativa na ultima quinta-feira e acompanhou uma palestra sobre a produção de café no Sul de Minas, além de visitar as lavouras cafeeiras da região

Cerca de 30 produtores de café colombianos estiveram na COOXUPÉ, na quinta-feira, 6 de setembro, para conhecer as lavouras de café do Sul de Minas e observar as diferentes formas de manejo do grão tanto na lavoura quanto na comercialização do café brasileiro.

Durante a visita, o presidente da cooperativa, Carlos Paulino da Costa, fez uma apresentação geral da COOXUPÉ, e surpreendeu os visitantes com tamanha tecnologia empregada em todos os processos.

Produtores colombianos visitaram a cooperativa e elogiaram a hospitalidade com que foram recebidos

Segundo o produtor colombiano Santiago Correa, que visita o Brasil pela primeira vez, a receptividade dentro da cooperativa deixou todos impressionados. “Estou simplesmente encantado com tudo o que vi e com a forma com que a cooperativa compartilha o conhecimento”, conta.

Com a produção de café colombiano caindo fortemente nos últimos anos, por causa do clima desfavorável - o país produzia cerca de 11 milhões de sacas de café e, após o fenômeno climático La Niña, a colheita em 2011 caiu para 7,8 milhões – os visitantes estão em busca de soluções.

Segundo Marcos Dutra, coordenador da visita e Desenvolvimento Técnico de Mercado da Syngenta, o encontro foi bastante positivo. “Os produtores vão voltar para Colômbia com novas ideias e soluções. Isso não é uma receita exata, mas tenho certeza que todos estão pensando diferente, após conhecer os processos inovadores da COOXUPÉ”, revela.

Durante a visita, o grupo também assistiu uma palestra sobre os aspectos gerais da cafeicultura do Sul de Minas, ministrada pelo coordenador de Desenvolvimento Técnico da COOXUPÉ, Mário Ferraz.

Além de Guaxupé, os produtores conheceram lavouras de café na região de Alfenas, Varginha e Lavras, cidades localizadas no Sul de Minas Gerais.

via Phábrica de Ideias

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Dow AgroSciences participa do XXVIII Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas


Mark Peterson, Líder Global de Pesquisa de Herbicidas e Traits da empresa, apresentará o panorama de plantas daninhas nas Américas e as mais modernas técnicas de manejo

A empresa é patrocinadora master do Congresso e organizadora do jantar oficial de confraternização

Com o tema "A Ciência das Plantas Daninhas na Era da Biotecnologia", o evento tem por objetivo promover a troca de informações entre as instituições públicas e privadas para o desenvolvimento científico e tecnológico na área de plantas daninhas, tendo como principal ferramenta o uso da biotecnologia. 

A Dow AgroSciences conta com três palestras na programação do Congresso, com destaque para a que será ministrada por Mark Peterson, Líder Global de Pesquisa e Desenvolvimento para Traits de Tolerância a Herbicidas da companhia, que abordará o tema "Plantas daninhas resistentes nas Américas: situação atual e prática de manejo". Ildo Mengarda, Líder de Desenvolvimento e Capacitação Comercial para América Latina, e Fabiano Testa, Responsável por Desenvolvimento de Produto e Transferência de Tecnologia da Dow AgroSciences, ministrarão, respectivamente, as palestras sobre "Inovações em biotecnologia no manejo de plantas daninhas" e "Controle químico de plantas exóticas em áreas de conservação ambiental".

Em seu estande, a empresa apresentará seu portifólio de herbicidas e eventos biológicos para o público presente, além da linha de pesquisa e inovações científicas. "Investirmos constantemente em pesquisa, inovação e tecnologia, por isso consideramos fundamental a interação proporcionada pelo Congresso para que possamos acompanhar as necessidades e expectativas do mercado," explica Kent Davies, Líder de Pesquisa & Desenvolvimento para Crop Protection.

Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), plantas invasoras podem trazer perdas na produção global de alimentos de até U$95 bilhões, valor maior do que representam os danos causados por doenças e insetos. Os produtos da Dow AgroSciences para o controle de plantas daninhas melhoram a eficiência e a produtividade das lavouras, reduzindo a matocompetição na agricultura de produção e nas pastagens, permitindo produções maiores em áreas menores.

"Sendo referência nacional e internacional, este Congresso é uma grande oportunidade para expormos as atuais e futuras tecnologias para o controle de plantas daninhas e promovermos debates de alta qualidade sobre o tema," analisa Marcus Fiorini, Gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia.

Sobre a Dow AgroSciences
Para saber mais sobre a empresa, visite os sites www.dowagro.com.br e www.dowagro.com

via ML&A Comunicações

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Workshop de café reúne cadeia produtiva para avaliar os desafios do setor


Evento aconteceu na FAEMG, em Belo Horizonte, e reuniu especialistas de diversos segmentos do café. A COOXUPÉ esteve presente no debate

Pesquisadores, especialistas, autoridades, indústria e produtores de café, entre outros players do segmento, se reuniram na última terça-feira, 21 de agosto, na sede da FAEMG em Belo Horizonte, para uma reflexão sobre as perspectivas do mercado e da produção cafeeira mineira.

Responsável pelo recebimento de cerca de 5 milhões de sacas de café através de seus 12 mil cooperados, localizados no Sul de Minas Gerias, Cerrado Mineiro e Vale do Rio Pardo, a COOXUPÉ marcou presença no evento através do presidente da entidade, Carlos Alberto Paulino da Costa.

Com nove painéis e um debate entre todos os participantes, o Workshop levantou temas importantes para a cafeicultura do Estado, como a necessidade de investimento em geoprocessamento e em tecnologias para a cafeicultura de montanha – mais cara em relação à cultura do grão nas áreas planas, que possuem maquinário específico.

Outro ponto avaliado foi a necessidade de união de toda a cadeia produtiva para cobrar do governo políticas e ações fundamentais e comuns, como recursos para renovação de cafezais e parque industrial, agregação de valor, regulamentação do setor, redução de impostos e burocracia, combate à sobretaxação externa e investimentos em infraestrutura e logística. De acordo com o presidente das Comissões Técnicas de Café da FAEMG e CNA, Breno Mesquita, uma pauta comum é fundamental no atual momento. “Temos uma nova fonte de recursos, o Fecafé (Fundo Estadual do Café), que está em fase de regulamentação. Obviamente, as demandas apoiadas por toda a cadeia receberão mais atenção do governo”, comenta.

As discussões também mostraram que os investimentos em qualidade e produtividade, realizados na última década, abriram caminho para agregar valor ao produto nacional. Os dados apresentados pela diretora executiva da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA – sigla em inglês), Vanúsia Nogueira, comprovam que aplicação de recursos em certificação e marketing é um dos caminhos para aumentar a remuneração de produtores. No primeiro quadrimestre deste ano, 27% das exportações do setor foram de cafés diferenciados, o que representou 32% dos recursos obtidos em vendas externas.

via Phábrica de Ideias