terça-feira, 1 de março de 2016

Educação sanitária tira agroindústria familiar da informalidade e fomenta negócios

Agência Minas

Para este ano, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) prevê 40 cursos para mais de 500 agricultores familiares

Agroindústria familiar de mel, em Bom Despacho, na região Centro Oeste do estado | Viviani Melo

O apicultor João Bosco de Assis, dono de uma agroindústria de mel, em Bom Despacho, no Centro Oeste de Minas, está sempre antenado com as exigências da legislação sanitária e do mercado. Ele sabe que adotar boas práticas é essencial na qualidade do produto e abre portas para a comercialização.

João é também um dos frequentadores assíduos dos cursos gratuitos de boas práticas de fabricação e educação sanitária oferecidos pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Minas) e o Instituto Ernesto Antônio de Salvo (Inaes).

Foi justamente nesses cursos de capacitação que o apicultor ampliou os conhecimentos sobre os cuidados no uso de utensílios, manuseio e limpeza dos equipamentos, forma correta de fazer a coleta das caixas de mel, centrifugação e transporte do produto. “Com esses conhecimentos a gente passa a produzir com mais qualidade”, afirma o produtor.

Agregação de valor e abertura de mercado

A agroindústria familiar de João Bosco possui 700 colmeias, de onde são retiradas de 10 a 20 toneladas de mel por ano. As boas práticas garantiram à agroindústria uma permissão provisória para a comercialização de mel em todo o estado. Além disso, o apicultor está perto de conseguir do IMA o registro definitivo de habilitação sanitária. O processo está na fase final.

As adequações agregaram valor ao mel, que já possui selo de produto orgânico. Outro benefício foi a abertura de mercado comprador. A agroindústria familiar de João Bosco vende parte da produção de mel para o Programa Nacional de Alimentação escolar (PNAE) e para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo federal, e o restante vai para uma indústria brasileira de exportação.

Regularização

A trajetória do produtor João Bosco é um exemplo das vantagens e benefícios da educação sanitária direcionada à agroindústria familiar em Minas Gerais. Os cursos de boas práticas de fabricação são iniciativas direcionadas à adequação das estruturas físicas das agroindústrias.

Em 2015, o IMA e o Senar realizaram 34 cursos de capacitação, com a participação de mais de 400 produtores em todo estado. Para este ano, estão previstos outros 40 cursos com previsão de atender mais de 500 agricultores familiares.

Segundo o gerente de Educação Sanitária e Apoio a Agroindústria Familiar do IMA, Gilson de Assis Sales, as ações estão alinhadas com a legislação estadual nº 19.476/2011, que trata da regularização das agroindústrias familiares. “O foco é a mudança de comportamento dos produtores, a consequente melhoria da qualidade do que é produzido, garantia da segurança alimentar dos consumidores e a regularização formal da agroindústria”, ressalta Sales.

O IMA informou que, no ano passado, foram realizadas cerca de 550 vistorias em agroindústrias familiares do estado. Essas averiguações têm o objetivo de acompanhar o processo de regularização sanitária e de orientar os produtores, inclusive na confecção da rotulagem correta. “A regularização da agroindústria familiar tem papel fundamental no desenvolvimento regional, porque gera emprego, renda e fortalece a economia local”, conclui o técnico do Instituto.

Vacinação

A política de educação sanitária é ampla e também envolve ações para a saúde animal. O Programa de Apoio a Saúde Agropecuária (Pasa), uma parceria entre o IMA, Inaes e o Senar Minas, por exemplo, tem como uma das propostas treinar trabalhadores rurais para serem vacinadores autônomos em suas regiões, principalmente onde há carência de médicos veterinários.

Com isso, o programa ajuda a ampliar a vacinação no estado. No ano passado, foram capacitados 351 trabalhadores em diversas localidades do estado. “Esse programa tem um benefício extra que é seu aspecto social, pois gera trabalho para esses vacinadores autônomos”, desta Gilson de Assis Sales.

Cidadãos conscientes

Outra meta da educação sanitária é formar futuros cidadãos conscientes da importância da agropecuária para a produção sustentável. Nessa linha de proposta, está um dos programas mais antigos do IMA, o ‘Sanitaristas Mirins’, direcionado aos alunos de 8 a 11 anos das escolas públicas municipais e estaduais.

Na prática, os técnicos do IMA treinam os professores com palestras e material didático sobre assuntos como defesa sanitária, cuidado com animais, controle de pragas e preservação ambiental. Depois, esses conhecimentos são incluídos na didática pedagógica. Um livro, intitulado “A educação sanitária no dia a dia dos alunos – descobrindo a agropecuária na escola”, que trata dos temas de forma lúdica, é distribuído a professores e alunos.

O ‘Sanitaristas Mirins’ é realizado todos os anos e tem a parceria da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário (Seda). Em 2016, o projeto está previsto para começar em março, com a meta de atingir cerca de 3,5 mil alunos e professores em todo estado.

Desde a implantação, em 2003, o ‘Sanitarista Mirins’ já treinou mais de 100 mil alunos e professores. “O programa faz com que as crianças se tornem multiplicadores, levando as informações para a família e para a comunidade onde vivem. Elas influenciam na mudança de comportamento dos pais”, observa Sales.

Mais Ações

De acordo com o IMA, outras medidas reforçam a educação sanitária no estado, como o aperfeiçoamento e atualização da equipe técnica do instituto. Para os produtores rurais, existem reuniões, palestras e cursos de defesa sanitária animal, vegetal, de certificação e inspeção de alimentos.

Serviço:

Outras informações sobre serviços e cursos oferecidos pelo IMA podem ser obtidas em:

Site institucional - www.ima.mg.gov.br
E-mail do Fale conosco: ima@ima.mg.gov.br
Facebook institucional: IMAInstitutoMineirodeAgropecuaria

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Prazo final em MG para o registro de granjas é 29 de fevereiro

IMA alerta produtores que 29 de fevereiro é o prazo final para o registro de granjas 

Após essa data os estabelecimentos sem registro não poderão receber novos alojamentos de aves e estarão sujeitos a multas.

Termina em 29 de fevereiro o prazo para que sejam registradas no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) as granjas de frango e peru de corte e de galinha de postura, além dos estabelecimentos de criação de outras aves como codorna e faisão, destinadas à produção de carne e ovos para consumo humano. O registro é obrigatório e está estabelecido na Portaria 1555 do IMA, de 15/12/2015.

As granjas que não fizerem o registro ou que não firmarem com o IMA até 29/2/2016 o compromisso de fazê-lo estarão proibidas de receber novos alojamentos de aves a partir de 1º de março e ficarão sujeitas às sanções previstas em lei. 

Para auxiliar os produtores na adequação e registro desses estabelecimentos, o IMA produziu uma cartilha, intitulada “Registro de Granjas Avícolas Comerciais”, disponível para consulta gratuita em www.ima.mg.gov.br

Prevenção à influenza 

Médica veterinária e responsável pelo Programa Estadual de Sanidade Avícola do IMA, Izabella Hergot explica que o registro implica na adoção de medidas de biosseguridade preventivas à influenza aviária, uma vez que o vírus dessa doença já foi registrado em granjas dos Estados Unidos e poderá chegar ao Brasil pelo processo de migração das aves para o nosso continente. 

A doença traz graves prejuízos econômicos para os produtores, pois aves contaminadas com o vírus devem ser exterminadas junto com todo o respectivo plantel, o que prejudica também o fornecimento de produtos (carne de frango e ovos) para os consumidores. Como é uma zoonose, essa doença pode ser transmitida ao homem, que pode ir a óbito. 

A veterinária do IMA explica que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou em 2007 a Instrução Normativa número 56, estabelecendo os procedimentos para registro, fiscalização e controle das granjas avícolas comerciais e de reprodução em todo o país. Os avicultores tiveram um prazo até 2012 para se adequarem à nova legislação, mas muitos ainda estão irregulares. “A edição da portaria 1555 pelo IMA concedendo novo prazo para o registro foi uma forma de ajudar os produtores a regularizarem a situação dos estabelecimentos avícolas ainda sem o registro”, explica. 

Minas Gerais ocupa o segundo lugar na produção nacional de ovos, com 11,2 milhões de caixas com 30 dúzias em 2014.

Vanúsia Duarte | IMA, via Márcia França de Azevedo (SEAPA)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Nova edição da revista Visão Agrícola aborda o milho

Publicação da ESALQ destaca que o Brasil amplia cultivo para atender demanda crescente

A cultura do milho tem passado por uma série de transformações no Brasil, inclusive aquelas voltadas a tornar o referido grão uma cultura mais nobre, para os consumidores, e rentável, para os produtores brasileiros. Nesse sentido, a nova edição da revista Visão Agrícola, publicação da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ), traz uma série de aspectos e ações que contribuíram para a alavancagem dos negócios atrelados à cultura do cereal.

A edição parte de um resgate histórico do milho no Brasil e no mundo, passando por temáticas relacionadas às inovações tecnológicas pertinentes à cadeia de produção, incluindo: seu melhoramento genético, sua fisiologia, o manejo do solo, os processos de proteção, a aquisição de insumos e a própria cultura; a utilização de técnicas mais eficientes voltadas a atividades de colheita, armazenagem e beneficiamento; industrialização e comercialização dessa – agora – commodity agrícola.

Os grandes desafios da cultura também são objeto de atenção dessa edição: as questões ambientais, os processos de reposição da fertilidade dos solos, os transgênicos e a efetividade do controle de pragas, entre outros.

Segundo especialistas, nos próximos 10 anos o preço do cereal deve aumentar 5,5% ao ano e a produtividade deve crescer cerca de 5,2 t/ha, com a ampliação das exportações.

Esse e outros exemplares da revista Visão Agrícola podem ser acessados no site http://www.esalq.usp.br/visaoagricola/

Os artigos da edição sobre o milho estão disponíveis neste link: http://www.esalq.usp.br/visaoagricola/sites/default/files/Esalq-VA13-Milho.pdf

Caio Albuquerque | Comunicação/Esalq

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Embrapa discute agroecologia no Show Rural 2016

Aurélio Borsato
Pesquisadores da Embrapa Pantanal participam de vitrine tecnológica sobre o tema

De primeiro a cinco de fevereiro, pesquisadores da Embrapa e parceiros atenderam aos visitantes do Show Rural Coopavel interessados nos princípios da agroecologia – um sistema agrícola que trabalha com os ciclos, funções e processos da natureza como forma de produzir bens úteis de alta qualidade, causando o menor impacto possível ao meio ambiente. 

A instituição integra uma parceria de 11 organizações que se uniram para realizar a Vitrine Tecnológica de Agroecologia do evento. Tecnologias desenvolvidas em todo o Brasil foram aplicadas em uma área de 2.600 m², com 167 espécies e variedades vegetais, simulando uma pequena propriedade rural.

"Temos a área de lavouras com feijão, mandioca e adubos verdes, além de arroz, soja, milho e batata doce. Também estamos trabalhando com algumas plantas alimentícias não convencionais, como taioba e açafrão-da-índia. Temos ainda a estufa de bambu e tecnologias como o aquecedor solar de garrafa pet", diz o pesquisador da Embrapa Pantanal, Alberto Feiden. Ele e o pesquisador Aurélio Borsato, da mesma unidade, fizeram parte da equipe que atendeu o público do evento. "No ano passado, estimamos 20 mil pessoas passando por aqui. Em 2016, tivemos cerca de 30 mil visitantes", informa Alberto.

Entre os parceiros que realizam a vitrine estão a Embrapa (com a participação de 14 unidades de pesquisa e mais de 60 tecnologias expostas), Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná (Adeop), Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (Capa), Centro Paranaense de Referência em Agroecologia, Coopavel, Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná (Biolabore), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Itaipu Binacional, Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater – PR), Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

Do Pantanal de Mato Grosso do Sul, Alberto e Aurélio levaram algumas tecnologias para expor aos produtores da região do Paraná. "Entre elas, um sistema de irrigação alternativo feito com garrafas pet, alimentação proteica para animais no período de seca e inverno, adubação verde, conceitos de agroecologia e a relação entre a biodiversidade e o controle de pragas e doenças", diz Aurélio. Esta última, segundo o pesquisador, é feita usando conhecimentos sobre a cadeia alimentar de insetos e outros organismos presentes nas plantações, promovendo condições de alimentação, abrigo e procriação para os desejáveis e inibindo essas condições para os indesejáveis. "O pessoal da agricultura convencional vem saber como a gente controla pragas para economizar dinheiro", conta.

Para mais informações sobre estas e outras inovações voltadas à agroecologia, acesse a cartilha de tecnologias da Vitrine Tecnológica de Agroecologia "Vilson Nilson Redel". O endereço é https://goo.gl/Wl1YbU .

Nicoli Dichoff | Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO); Embrapa Pantanal/ Corumbá - MS; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa

Lideranças do agronegócio se reunem no Rio Grande do Sul

ilustração
5ª Abertura Oficial da Colheita do Milho será sediada em Condor (RS)

Evento, promovido pela Apromilho-RS e Abramilho, reúne lideranças do setor agro brasileiro e reforça a importância da cultura para o Rio Grande do Sul 

As primeiras espigas da safra 2015/16 do Rio Grande do Sul serão colhidas por lideranças do setor agrícola na 5ª Abertura Oficial da Colheita de Milho. 

O evento, que acontece nos dias 11 e 12 de fevereiro, é realizado pela Associação dos Produtores de Milho do estado (Apromilho-RS) e a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) em parceria com a Prefeitura de Condor e o Governo do Rio Grande do Sul. 

A cerimônia marca o início da colheita do milho e tem como objetivo reforçar a importância da cultura para o Estado, além de destacar os avanços tecnológicos que têm contribuído para a produtividade da região, entre eles o sistema de irrigação. De acordo com Claudio Luiz de Jesus, presidente da Apromilho-RS, a expectativa é de que cerca de mil pessoas participem do evento que vem se consolidando na agenda do setor e que contará com a presença de representantes e autoridades do município e do Governo do Estado.

No primeiro dia do evento (11), Alysson Paolinelli, ex-ministro da Agricultura e atual presidente da Abramilho, fará uma palestra sobre produzir milho no Brasil, cultivar responsável por alavancar diversos segmentos agronegócio e também por contribuir com os resultados positivos da Balança Comercial do Brasil. 

A abertura oficial será realizada, dia 12, na Sementes Costa Beber, propriedade de Martiniano Costa Beber, que possui tecnologia de última geração na produção de milho. De acordo com o produtor, “Condor, e o Rio Grande do Sul, é um polo de tecnologia aplicada na irrigação. Com sistemas de ponta, já tivemos por aqui cinco safras em dois anos, e isso se deve às tecnologias que empregamos por aqui, já que temos um clima muito instável no Sul, com um período de estiagem que pode prejudicar a produção”. Martiniano espera que o preço do milho fique mais estável, favorecendo a cadeia de produção, que traz mais renda, emprego e desenvolvimento para a região.

O prefeito da cidade, José Francisco Cândido enxerga a abertura da colheita em Condor como uma oportunidade de mostrar o município para todo o País, e também para o mundo, já que a “região é um polo tecnológico que mostra os benefícios do investimento em práticas avançadas de irrigação. A produção primária do milho, junto com a Soja e o leite, representa 60% do PIB local, o que mostrar ainda mais a força do município no cenário econômico do país”. 

Para o presidente da Apromilho-RS, o evento é uma “oportunidade compartilhar com os demais produtores o uso de alta tecnologia aplicada aos sistemas de irrigação para a lavoura de milho e a importância da prática para a estabilidade da produção”. 

Dia 11/02
Local: Centro de Eventos
Rua Duque de Caxias. 349
20h – Palestra com Alysson Paolinelli (ex-Ministro da Agricultura e Presidente da Abramilho).

Dia 12/02
Local: Sementes Costa Beber, Linha Pontão dos Buenos, Condor/RS
13h00 – Recepção, credenciamento e organização dos grupos;
13h30 – Visita ao estande sobre apresentação do sistema de irrigação da lavoura; uso, manejo e conservação do solo; importância da cadeia produtiva do milho e qualidade na armazenagem; pesquisa, desenvolvimento em controle de gestão do agronegócio; avanços tecnológicos em máquinas e implementos agrícolas;

15h30 – Abertura Oficial da Colheita

Sobre a Abramilho 

A criação da Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho) no segundo semestre de 2007 nasceu de um movimento espontâneo dos produtores de milho, pela necessidade de se organizarem diante dos desafios nacionais e internacionais vivenciados pela cultura nos últimos anos. Não por acaso, os estoques de milho no Brasil estiveram baixos no final de 2007, como de resto nos demais países produtores, aqui incluindo Estados Unidos. Todos exportaram muito mais, atraídos pela alta inédita de preços, e também nesse caso o Brasil se incluiu, ostentando exportações perto de 11 milhões de toneladas.

Daniela Mesquita | Concept

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

EPAMIG disponibiliza novas publicações para download gratuito

No mês de janeiro foram disponibilizadas mais oito publicações técnicas da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) para download gratuito no site www.epamig.br. As obras abordam controle biológico de pragas, tecnologias para agricultura familiar, produção eficiente de leite com vacas mestiças, aplicabilidade da irrigação, interações dos componentes do sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, entre outros temas. Também estão disponíveis diagnóstico da cafeicultura e diagnóstico rural da microrregião de São João del-Rei.

De acordo com a chefe do Departamento de Informação Tecnológica, Vânia Lacerda, "todas as obras editadas pela Empresa são difundidas gratuitamente após cinco anos de publicação". São quase 500 publicações entre revistas, boletins técnicos, artigos, circulares técnicas e demais, que podem ser baixadas gratuitamente através do site. Outro meio de acesso às publicações é a biblioteca da EPAMIG. Além da busca presencial é possível consultar cerca de 6.000 títulos, entre periódicos, livros e outros no site da EPAMIG, no menu Biblioteca.


Bibliografia de concurso


Onze publicações da EPAMIG foram sugeridas como bibliografia do edital da Emater-MG para concurso público. As edições 279, 277 e 266 da revista Informe Agropecuário podem ser adquiridas na livraria virtual www.informeagropecuario.com.br. Já as edições 258, 240, 239, 226, 221, 209 e os Boletins Técnicos 83 e 78 podem ser baixados gratuitamente no site da EPAMIG www.epamig.br, em publicações, publicações disponíveis. 


Informe Agropecuário


Com mais de 40 anos de criação, a revista Informe Agropecuário da EPAMIG é um importante instrumento de apresentação de tecnologias capazes de promover qualidade e segurança aos produtos agropecuários.

Ao longo de mais de 280 edições retratou a história e os resultados da pesquisa agropecuária e os desafios para tornar o Brasil uma potência agrícola mundial, contribuindo para o avanço da Ciência, com impactos positivos para o desenvolvimento da agropecuária nacional e benefícios para os produtores rurais e o consumidor final.

Mais informações: Divisão de Promoção e Distribuição de Informações Tecnológicas da EPAMIG - (31) 3489-5002 /publicacao@epamig.br


Isabela de Lima Avelar Moura |Comunicação e Gestão de Projetos
EPAMIG Oeste - Uberaba, Patos de Minas, Araxá, Patrocínio

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Cobertura de vacina contra aftosa atinge 98% da meta nacional

Cerca de 165 milhões de bovinos e bubalinos – 98,04% da previsão – foram imunizados contra febre aftosa na campanha nacional de vacinação da doença. 

Foram vacinados 164,7 milhões de animais, de um total previsto de 168 milhões de cabeças, informou hoje (19) o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Com base em dados dos serviços veterinários estaduais, os índices de imunização neste ano mantiveram-se estáveis em relação à campanha do ano passado, quando foram vacinadas 164 milhões de cabeças, com índice de vacinação de 97,63%. 

A campanha deste ano começou em março, no Pará, e terminou em junho, no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Os estados com melhores índices de vacinação foram Rondônia (99,96%), Mato Grosso (99,82%) e Goiás (99,72%). No Acre, no Espírito Santo, em Mato Grosso do Sul, no Paraná, em Rondônia e em São Paulo foram vacinados só animais até 24 meses. A vacinação não ocorreu no Amapá, que tem vacinação apenas uma vez ao ano, e em Santa Catarina, zona livre de aftosa.

Com isso, estavam previstos para ser vacinados 168 milhões de cabeças na primeira etapa da campanha. Os 3 milhões de bovinos e bubalinos não imunizados na primeira fase ainda estão sendo vacinados. Na segunda etapa, iniciada no mês passado, o restante do rebanho será imunizado, exceto o de Santa Catarina. A vacinação prossegue até dezembro.

De acordo com a Coordenação de Febre Aftosa do ministério, a cobertura vacinal no país é satisfatória, decorrente do esforço governamental e da iniciativa privada, que executa a vacinação.

Agência Brasil